sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Eu quero amar! (Parte I)



Oi, gente!

Bom, o amor de Deus é algo imensurável e, exatamente por isso, nunca é demais falar desse assunto.

O Senhor tem ministrado sobre esse sentimento em meu coração e, quando o Fred escreveu sobre o tema, vi que o Pai confirmou a necessidade de aprendermos mais sobre essa dádiva divina, por isso hoje eu vou falar mais de amor. Que missão díficil, hein?

Minha intenção aqui é apenas fazer uma reflexão sobre esse sentimento tão complexo, buscando, com isso, valorizá-lo mais no dia a dia, me tornando mais propicia ao amor, amando cada vez mais.

Levando em consideração a grandiosidade do assunto, resolvi continuá-lo em outros posts. Espero que vocês estejão tão dispostos a amar quanto eu. Vamos lá?

Primeiramente, vamos às definições. Amor, segundo o dicionário, significa: (latim amor,-oris, s.m.) 1. Sentimento que induz a obter ou a conservar a pessoa ou a coisa pela qual se sente afeição ou atração. 2. Paixão atrativa entre duas pessoas. 3. Afeição forte por outra pessoa. 4. O forte ser que se ama. 5. Ato sexual. 6. Bradura suavidade. 7. Paixão ou grande entusiasmo por algo.

Podemos perceber por essa definição do Aurélio que há várias visões desse sentimento. É por causa dessa relatividade que nós também temos muitos problemas, ou seja, o chamado amor doentio.



O homem, por mais que tente, não consegue encontrar a perfeição do amor, simplesmente porque somos seres imperfeitos demais e muitas vezes nos recusamos a amar com o verdadeiro amor. Em outras palavras, nós amamos condicionalmente.

Mas quando Jesus veio ao mundo, ele nos ensinou o que é o verdadeiro amor, quebrou tabus e demonstrou que não é o conceito que interessa, mas sim as atitudes. Resumindo, podemos falar aos quatro ventos que amamos e, na realidade, nunca sentir esse amor.

Atualmente ensina-se mais sobre as relações sexuais do que sobre as relações amorosas. Os jovens sabem mais sobre sexo do que sobre amor e isto influencia o seu comportamento no mundo. É de prever que no futuro os divórcios aumentarão e a própria instituição do casamento, tal como a conhecemos hoje, desaparecerá.


Nos anos 70, surgiu o primeiro estudo sobre os diferentes estilos de amor. O que o sociólogo John Alan Lee concluiu ainda hoje é válido: a forma como se ama depende de vários fatores, como personalidade, cultura e educação, mas geralmente os indivíduos combinam dois ou três estilos, embora um tenda a predominar.

Dos tipos de amor (criado e experimentado pelo homem), gostaria de elencar os mais comuns, são eles:

Amor carnal: Esse tipo de amor é bem comum. Só leva em conta a carne e, consequentemente, seus prazeres. O amor carnal é efêmero e superficial. É o tipo de amor que visa primordialmente o prazer. Algo totalmente maligno. Tem como artifícios a sedução, o culto ao corpo.
Amor possessivo: Domínio excessivo. Faz-se do objeto amado uma propriedade exclusiva. O que está em questão é somente a realização daquele que ama. Normalmente as relações baseadas nesse tipo de amor são unilaterais. Problemas com ciúmes, desconfiança e discussões são bem comuns.
Amor interesseiro: Apesar de estar bem longe do verdadeiro amor, esse tipo de sentimento nada mais é do que um meio mais fácil de se conseguir o que se quer. É por causa desse interesse que muitos se aproximam de Deus, só amam quando recebem o que querem e, caso não recebem deixam de amar.
Amor escravo: Ama-se mais o objeto de desejo do que o seu próprio eu. Este tipo de sentimento é totalmente extremista e até obsessivo. Nesse tipo de relação o sofrimento sempre faz parte. Sofre-se por amar. Quem ama acha natural "mutilar" em prol do benefício do amado.
Amor iludido: Não se ama o ser real, mas o ser imaginário. Em muitos casos esse amor também pode-se denominar "platônico", uma vez que se idealiza o objeto amado. O problema nesse sentimento é ele fundamenta-se em uma mentira. Vive-se um relacionamento tentando moldar o outro conforme o seu querer. Na maioria dos casos a frustração é certa.

(continua no próximo post)

Um comentário:

  1. Ola, como a Rosi falou o amor de deus e imensuravel e muito bom, e cada vez mais q vc o busca, mais nota como ele cuida de vc nos minimos detalhes. Mas devemos estar sempre buscando amar verdadeiramente, evitando amores interesseiros, carnais ou possessivo, como foi comentado nos post.

    que tds vcs possam receber o amor de Deus

    abraços e otimo fds

    Frederico Melo

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