terça-feira, 17 de novembro de 2009

A parábola do Deus que dança

Olá, pessoal! Hoje deparei-me com algo muito interessante e quero compartilhar.
Mas, antes, uma perguntinha: Vocês já imaginaram nosso Deus dançando? Incrível, não?

O pastor  Josias Novais traz uma visão nova acerca da parábola do capítulo 15:11-32, denominada de "filho pródigo". Para ele, essa parábola também poderia ser chamada de "A parábola do Deus que dança". O evangelista cita que, segundo a compreensão Aristotélica, Deus não passa de um motor imóvel. No mesmo contexo, ele comenta também que o filósofo alemão F. Nietzche disse que "só poderia crer num Deus que soubesse dançar".

Assim, acreditar em um Deus que dança é não vê-lo como um ser estático, imóvel, mas sim confiar num Deus que se mobiliza, que caminha conosco, que se movimenta, que vem ao nosso encontro à procura de um relacionamento de amor. Relacionamento de amor com a humanidade sempre foi o que Deus desejou. Ele queria caminhar, passear com o ser humano, mas foi trocado pela prepotência humana de querer para si todo o saber, quebrando, assim, os limites que o Senhor Deus estabeleceu para o próprio benefício de toda a criação.

Dançar é não ter o espírito de peso; é com leveza pôr-se incessantemente no devir das coisas, nesse eterno destruir e criar de tudo que existe.

 


Jesus, ao contar essa parábola, demonstra um Deus alegre e achegado. Jesus revela a face oculta de Deus, ofuscada pelas leis opressoras e excludentes dos fariseus, que pregavam um Deus sisudo e distante. Dessa forma, Deus é o personagem principal da parábola do capítulo 15, personificado na imagem do Pai.

Ao ler a história supracitada, podemos entender que:
1° => Fora de Deus não há liberdade, tudo é opressão: Comumente confundimos liberdade com autonomia. Autonomia é pretender viver sem Deus. Liberdade é assumir com Deus um compromisso de caminhada. Liberdade é caminhar no deserto confiando irrestritamente no Senhor. Com o filho pródigo aprendemos: a) as amizades podem ser  convenientes; b) os prazeres são passageiros; c) a sociedade animaliza.

2°=> Precisamos re-inventar a vontade de Deus: A compreensão que temos de Deus determinará os rumos da nossa espiritualidade. Cada filho na parábola tinha uma imagem do Pai. Para o mais velho, o Pai era um ingrato, para o mais novo, apesar da desobediência, o Pai era amoroso (o receberia de volta, em nenhum momento ele duvidou disso) e era justo (tratava bem seus empregados).

3°=> Tem gente perdida na casa do Pai: O filho mais velho está perdido na própria casa. A casa do Pai é lugar de perdão, misericórdia, amor, graça, alegria, mas o filho mais velho não havia sido alcançado por nenhuma dessas realidades. Eu só me encontro com Deus quando o amo. O filho mais novo acabara de se encontrar com o amor do Pai enquanto o mais velho estava perdido em sua ira, desencanto e desafeto.

Conclusão=> Ilusão: Pensar que há liberdade fora de Deus; pensar que Deus se reduz a imagem que a religião pinta d'Ele; achar que servimos a Deus quando não amamos.

Celebrem a Deus, porque quando você louva Ele está juntinho de você, dançando e se alegrando.
Que lindo, hein? Espero que tenham gostado, porque eu adorei essa visão!
Amo dançar e amo ainda mais dançar com o meu Deus!

3 comentários:

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  2. .

    Misericórdia, e paz, vos sejam multiplicadas,


    Ficamos imensamente alegres por sua cordial retribuição de nossa visita, entretanto, entristecidos, por não tê-la como uma de nossa seguidoras, pois, temos a alegria em nosso coração de conhecermos a pessoa de Jesus Cristo como Senhor, e para tanto, é que editamos nosso humilde blog Jesus, o maior Amor .

    Fraternalmente,


    James.


    ...
    ..
    .

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  3. amem é vdd sem Deus não há vida

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